
A Conquista das Virtudes
"Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar os vossos pensamentos (Fl 4,8)"
Materiais de apoio ao estudo, à formação pessoal e ao ensino em geral.

"Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar os vossos pensamentos (Fl 4,8)"

O livro parte da constatação de que educar os filhos é uma tarefa urgente, insubstituível e difícil. Centrando-se na "primordial" ferramenta do exemplo, a obra mostra que as virtudes vividas pelos pais são o modelo fundamental para os filhos. O autor argumenta que o melhor educador é o exemplo, pois se aprende melhor pela intuição e experiência, sendo necessário que os pais vivam primeiro aquilo que pretendem que os filhos vivam depois.

O livro parte da definição clássica da inveja como a "tristeza pelo bem alheio" — ou seja, um sentimento de aborrecimento e dor diante do sucesso, da felicidade ou das qualidades do próximo. Padre Faus mostra que a inveja vai além do simples ciúme; ela é uma recusa em reconhecer e alegrar-se com o dom que Deus concedeu ao outro. Com sua linguagem clara e exemplos práticos, o autor desmascara as manifestações sutis da inveja no dia a dia: desde a crítica constante e o comentário maldoso até a indiferença fria diante do êxito alheio.

O título é inspirado em uma "charada" bíblica que descreve a língua com imagens contraditórias: ela é "um fogo que incendeia" e "água profunda" ; está "cheia de veneno mortífero" , mas pode ser chamada de "favo de mel" e "árvore da vida que produz a cura" . Com base nessa riqueza de simbolismos, o autor mostra, de forma prática e luminosa, como essas comparações se aplicam à nossa própria vida. O livro faz parte da "Coleção Pocket" do autor sobre as virtudes.


O livro começa com uma constatação curiosa: dos sete pecados capitais, a preguiça é o único que arranca um sorriso cúmplice das pessoas. No entanto, o autor mostra que essa aparência "simpática" engana. Quando incorporada como um modo de vida, a preguiça é, na verdade, o "malogro do amor ao bem que custa".

Longe de ser uma mera "cautela" ou "medo", o livro apresenta a prudência como uma virtude prática e eminentemente ativa. Necessária a todos que desejam ser verdadeiramente bons, ela é a virtude que "dispõe a razão prática a discernir, em qualquer circunstância, o nosso verdadeiro bem e a escolher os meios adequados para realizá-lo". O autor a descreve como a "virtude-guia da vida" e o "cocheiro" (auriga virtutum) que conduz as outras virtudes.

Vamos começar estas páginas observando a gula ao vivo. Para isso, entraremos juntos - eu e um leitor meu amigo (pode ser você, que agora me lê) - num restaurante imaginário, que vamos chamar de “Restaurante Virtual”, e nos aproximaremos de cinco mesas, todas elas ocupadas e com seus comensais em plena atividade gastronômica.

Caminho, fruto de uma atividade sacerdotal que São Josemaría Escrivá havia iniciado em 1925, aparece pela primeira vez em 1934, com o título de 'Considerações espirituais'; em 1939, data da segunda edição aumentada, recebe o nome atual e definitivo. Atualmente, já foram publicados cerca de 4.500.000 de Caminho em 43 idiomas.

O livro convida o leitor a meditar sobre o mistério da Ressurreição de Cristo e o dom da esperança cristã. Através de uma série de "diálogos" entre personagens chamados "Corações Sorridentes", a obra explora o significado da vitória de Jesus sobre o mal, o demônio, a dor e a morte.

A obra parte da convicção de São Josemaria Escrivá, de que "para quem vive sob a ótica da fé, tudo é ocasião de um encontro com Deus, tudo se torna um estímulo para a oração". Com base nessa premissa, o Padre Faus reúne uma série de reflexões que servem como "pontos de luz" para a santificação da "gente da rua", ou seja, das pessoas comuns que vivem no meio do mundo.

Estruturada da mesma forma que Caminho e Sulco, a última obra publicada de São Josemaría, Forja, "é um livro de fogo, cuja leitura e meditação pode meter muitas almas na fornalha do Amor divino, e acendê-las em afãs de santidade e de apostolado, porque este era o desejo de Mons. Escrivá" (D. Álvaro del Portillo, Apresentação). A primeira edição é de 1987. Até o momento foram publicados mais de 400.000 exemplares em 40 idiomas.

A obra parte de uma experiência humana universal: a admiração e gratidão que sentimos ao conhecer uma pessoa verdadeiramente boa. O autor investiga o que define essa bondade autêntica, distinguindo-a de uma versão superficial e sentimental. Através de uma linguagem acessível, Padre Faus argumenta que a bondade genuína é uma qualidade interior que se irradia para fora, beneficiando quem está próximo. O livro conclui que a fonte última dessa virtude é o amor, que, em sua forma mais plena, é encontrado na identificação com o próprio Deus.

A obra parte de uma reflexão profunda sobre o perdão, que é apresentado como algo que vai muito além da indiferença ou da simples renúncia à vingança. Centrado especialmente no período conturbado da Guerra Civil Espanhola (1936-1939), o livro reúne histórias que ilustram como o santo aprendeu e praticou esta virtude ao longo da vida, mostrando que o perdão é uma das ações humanas mais difíceis, mas também das mais necessárias.
Com uma linguagem acessível e exemplos práticos, Padre Faus convida o leitor a refletir sobre como é possível superar o ódio e a mágoa, perdoando de coração.

O livro parte da constatação de que as dificuldades são "as inseparáveis companheiras do nosso caminho". Em vez de vê-las apenas como obstáculos incômodos, o autor as apresenta como oportunidades preciosas para o crescimento espiritual e humano. Com sua linguagem clara e senso prático, Padre Faus ensina o leitor a "aproveitá-las da maneira correta: para que possamos crescer e viver a esperança que leva a Deus".

Inspirado na frase de Santa Teresa de Ávila — "Quem a Deus tem, nada lhe falta" —, o livro é fruto da longa experiência do autor como diretor espiritual por mais de 50 anos . Através de breves meditações, ele oferece conselhos práticos sobre como alcançar a união com Deus no dia a dia, mostrando que a vida interior não é um ideal distante, mas um caminho acessível a todos.

"O que aparece nestas páginas é a própria vida do cristão, na qual - ao passo de Cristo - o divino e o humano se entrelaçam sem confusão, mas sem solução de continuidade" (D. Álvaro del Portillo, Apresentação).

O livro é um convite para praticar a caridade de forma sincera, inspirando-se no mandamento de São Paulo: "Amai-vos uns aos outros com afeição terna e fraternal" (Rm 12, 9-10). Com uma linguagem doce e clara, o autor mostra como a luz e o calor de Cristo podem vivificar a aparente monotonia do lar, do trabalho e dos relacionamentos. O livro traz 20 reflexões curtas (cerca de 3 a 4 páginas cada) sobre virtudes essenciais, usando histórias de santos e passagens bíblicas como inspiração.